CITAÇÕES
SOBRE O TRIBUNAL DE NUREMBERG
A criação
desse tribunal se deu através de um acordo firmado entre os representantes da
ex-URSS, dos Estados Unidos da América, da Grã-Bretanha e da França, em
Londres, em 1945. O julgamento era conduzido de forma a evitar termos como lei
e código, por sua criação ter sido realizada exatamente para o feito que se
propôs, sendo criado após o fato delituoso consumado[1].
Ocorre
que houve, na opinião de Dijosete Veríssimo “a realização de um julgamento
contrário ao direito e as regras internacionais das guerras”[2].
Afirma
ainda o referido autor do artigo supracitado:
A lista
dos acusados foi algo muito arbitrário. Houve também dúvidas básicas. Os acusados foram atacados com violações as leis internacionais, mas alei foi
construída pelas nações e não pelos indivíduos. Os indivíduos poderiam trazer
para a justiça apenas sobre as leis dos seus próprios países, não na base de
uma nova ordem estabelecida após uma guerra. Foi, portanto uma justiça
imperfeita. Alguns dizem que não havia alternativa, mas propugnamos pela
alternativa de formação de uma Corte Permanente Internacional para julgamento
de crimes de guerra ou contra a humanidade, formada por juízes togados e
experientes no trato com o direito internacional e principalmente com do
Doreito das Guerras[3].
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