SUGESTÃO PARA LEITURA
- ÉDIPO REI[1]
Édipo Rei (OΙΔΙΠΟΥΣ ΤΥΡΑΝΝΟΣ em grego) - Édipo Tirano, em transliteração) é uma peça de teatro grega, em particular uma tragédia, escrita por Sófocles por volta de 427 a.C.. Aristóteles, na sua Poética, considerou esta
obra o mais perfeito exemplo de tragédia grega.
Monte Citerão, entre Tebas e Corinto. Com os pés amarrados, um
bebê tebano deve ser deixado ali para morrer. Por piedade, um pastor coríntio
consegue levá-lo para sua cidade, onde será adotado pelo rei Pólibo. Muitos
anos depois, consultando o oráculo de Delfos para esclarecer uma dúvida sobre
sua origem, o jovem, de nome Édipo, é atingido por uma terrível profecia: seu
destino é matar o pai e desposar a própria mãe. A fim de evitar o desastre,
Édipo abandona Corinto. Em suas andanças, encontra um velho homem, que o
maltrata. Encolerizado, mata o viajante e quase toda sua comitiva (um só homem
escapa). Seguindo sem rumo, chega às portas de Tebas, onde a Esfinge propõe-lhe
um enigma. Se errar, morrerá. A resposta de Édipo salva a sua vida e a da
cidade. Como dupla recompensa, recebe de Creonte – irmão da rainha e até então
regente de Tebas – o título de rei e a mão de Jocasta, viúva de Laio, o rei
assassinado misteriosamente.
Passam-se mais
de quinze anos. Uma peste terrível assola a cidade. Após consulta ao oráculo de
Delfos, Creonte diz ao rei que, para livrar a cidade do flagelo, é preciso
encontrar e punir o assassino de Laio. Édipo diz aos tebanos que o criminoso,
banido, será maldito para sempre. O cego Tirésias, chamado para ajudar nas
investigações, diz a Édipo que o assassino está mais perto do que ele imagina.
O rei se lembra então da antiga profecia que o fez sair de Corinto e teme ter
fracassado na tentativa de se opor ao seu destino. Nesse ínterim, chega um
mensageiro de Corinto noticiando a morte de Pólibo, de quem Édipo não era filho
legítimo, conforme se vem a saber. Quase ao mesmo tempo, aparece o homem que
compunha a comitiva de Laio no dia em que este foi morto. Trata-se do mesmo
pastor que abandonara o bebê no monte Citerão. Aquela criança está agora diante
dele: é o rei de Tebas. Tudo se revela: Édipo matara seu verdadeiro pai (Laio)
e desposara sua mãe (Jocasta).
A rainha
suicida-se e Édipo fura os próprios olhos. Cego, Édipo decide abandonar a
cidade. Seguindo a sugestão de Creonte, porém, permanece por mais algum tempo
em Tebas. Testemunhando a luta de seus dois filhos pelo poder, amaldiçoa-os e
torna-se novamente andarilho; sua filha Antígona guia-o. Ao aproximar-se dos
bosques de Colono, pressente que logo morrerá. A terra que o acolhe se torna
sagrada.

Um comentário:
Conhecer mitologia é sempre esclarecedor para a vida em si.
gostei muito dessa postagem.
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